#ELAS na Ciência: 7 pesquisadoras que fazem história

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Quantas mulheres na ciência você consegue listar?
 
Em continuação à série #ELAS, a RME produziu mais uma lista com figuras femininas importantes, desta vez, no cenário das ciências. Confira nossas outras listas que contam um pouco sobre esses ícones históricos tão importantes e provam que lugar de mulher é onde ela quiser.
 
Conheça mais sobre cientistas, astrônomas e pesquisadoras que ocupam e ocuparam muito bem seus lugares.
 
Henrietta Swan Leavitt (1868 – 1921)
 
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foi uma astrônoma de Massachusetts, nos EUA, que ficou conhecida pelo seu estudo sobre estrelas variáveis. Seu trabalho, teve grande influência e foi utilizado por Edwin Hubble como instrumento de calculo da distância das galáxias, permitindo que ele chegasse a conclusão de que o Universo está em constante expansão. Henrietta ainda teve o asteroide 5383 Leavitt nomeado em sua homenagem.
 
Marie Curie (1867 – 1934)
 
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foi uma cientista polonesa que realizou estudos inéditos no campo da radioatividade. Ela conseguiu isolar isótopos radioativos e descobriu dois elementos químicos, polônio e rádio. Marie foi a primeira mulher a receber o prêmio Nobel por suas pesquisas e a única mulher a receber o prêmio duas vezes. Curie também foi a primeira mulher a seu admitida como professora na Universidade de Paris.
 
Sônia Guimarães
 
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é a primeira negra Doutora em Física do Brasil, com título adquirido na The University of Manchester Institute of Science and Technology. Sônia é professora adjunta do Instituto Tecnológico da Aeronáutica (ITA), além de ser gerente do projeto de Sensores de Radiação Infravermelha. Seu campo de estudo é a área de física aplicada, com ênfase em propriedade eletróticas de ligas semicondutoras crescidas epitaxialmente.
 
Celina Turchi
 
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é uma especialista em doenças infecciosas. Médica e cientista brasileira, Celina, entrou para a lista de dez cientistas mais importantes de 2016 da revista Nature. Ela é doutora em medicina preventiva pela Universidade de São Paulo e pesquisadora do Centro de Pesquisa Aggeu Magalhães da Fundação Oswaldo Cruz em Pernambuco. Turchi ainda é professora titular aposentada do Instituto de Patologia Tropical e Saúde Pública da Universidade Federal de Goiás.
 
Joana D’arc Felix de Souza
 
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é uma química, professora e cientista brasileira, natural de Franca. Joana já ganhou 56 prêmios em sua carreira, sendo o mais importante o prêmio Kurt Politizer de Tecnologia de “Pesquisadora do Ano” em 2014. Seus estudos abrangem o campo de cimento ósseo, usando o colágeno do couro e das escamas de peixes, e ainda soluções para que esses resíduos não afetem o meio ambiente.
 
Katemari Rosa
 
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é uma física brasileira, mestre em Ensino, Filosofia e História das Ciências, e mestra e doutora em Science Education, que aos 8 anos sonhava em ser astrônoma. Hoje, como professora da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), está à frente do projeto “Contando nossa história: negras e negros nas ciências, tecnologias e engenharias no Brasil”, que pretende resgatar a história de cientistas negros brasileiros.
 
Anita Canavarro
 
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é professora de química da Universidade Federal de Goiás (UFG) e doutora em Ciências pela Universidade do Rio de Janeiro (UFRJ). Em 2009, criou um grupo de estudos sobre a descolonização do Currículo de Ciências (CIATA) do Instituto de Química da Universidade Federal de Goiás (CIATA-LPEQI/UFG). Também é presidente da Associação Brasileira de Pesquisadores/as Negros/as (ABPN), que busca promover a superação do racismo por meio da educação, defendendo e zelando pela manutenção de pesquisas com financiamento público.

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